Blog do Melo ou Pílulas de Reflexão

Opiniões sobre o ambiente enxadrístico em geral.

2/4/08

“O convênio é meu, faço com ele o que bem quiser.”

      O conde Francisco Matarazzo, avô do atual senador Suplicy, quando inquirido numa CPI por suas ligações suspeitas com o getulista Samuel Wainer, do jornal Última Hora, teve de responder ao seguinte questionário do então deputado Carlos Lacerda:

     - Sr. Matarazzo, o senhor deu dinheiro ao Samuel Wainer?

     - Dei, sim - respondeu o conde milionário.

     - E por quê deu? - continuou Lacerda.

     - Ora, o dinheiro é meu, e faço dele o que bem entender…

     O futebolista Kaká, quando questionado a respeito de sua doação anual de dois milhões de reais aos pastores suspeitos da Igreja Renascer em Cristo, teria dito algo nos seguintes termos:

     - Ora, o dinheiro é meu, e eu gasto da forma como bem entender. Se eu quiser passar de helicóptero pela sede da igreja e jogar notas e mais notas o problema é meu…

     Estes são exemplos de como, moralidade à parte, cada qual faz uso do próprio dinheiro da maneira que melhor lhe aprouver. Dinheiro privado, a ninguém é dado o direito de determinar a seu possuidor como gastá-lo assim ou assado.

     Com dinheiro público a história é outra e muito mais séria. Assim é que o cidadão contribuinte tem o direito de questionar o modo como cada centavo de real é dispendido: "Esse dinheiro também é meu, e não se vai gastá-lo como se bem entender."

     Os usos e costumes no trato da verba pública, infelizmente, geram uma cultura de desconfiança em relação a certas entidades que dela se utilizam para fins só na aparência sociais, esportivos e afins.

     É o caso, exemplarmente negativo, do recente convênio da Federação Paulista de Xadrez, que foi autorizada pela autoridade estadual de plantão, a gastar $ 60.000,00 reais no projeto denominado Festival do Interior.

     O público alvo da gastança contratada eram os aficcionados e praticantes de xadrez. O objetivo era incentivar e ampliar tal público até o limite do possível pelos valores envolvidos. Isto é o que rezam os estatutos da entidade, e todos os seus esforços deveriam ser voltados para esse fim.

     No entanto, transcorrida a quinzena da realização e consumação do projeto, que resultados foram alcançados?

     Os números dos dados estatísticos não mentem:

     ABERTO DO BRASIL.

     Público alvo atingido, 64 jogadores. Investimento R$ 4.500,00, ou 7,5% do convênio.

     ABERTO ETAPA 21.

     Público alvo atingido, 78 jogadores. Investimento R$ 1.000,00, ou 1,6% do convênio.

     ABERTO FEMININO.

     Público alvo atingido, 19 jogadoras. Investimento R$ 1.200,00, ou 2% do convênio.

     TORNEIOS FECHADOS.

     Público alvo atingido, 24 jogadores convidados. Investimento R$ 53.300,00, ou 88% do montante do convênio.

     Eis a síntese dos critérios da FPX para o gasto do dinheiro público:

     a) apenas 11% da verba, ou R$ 6.700,00, foram direcionados a um público alvo de 161 jogadores, ou 85% dos participantes. Isto equivale ao investimento de R$ 41,61 por enxadrista.

     b) o restante da verba, 89% ou R$ 53.300,00, foi direcionada a 24 jogadores previamente convidados, que representaram tão somente 15% dos participantes. Isto equivale a investimento de R$ 2.220,00 por enxadrista amigo do rei.

     Esta despudorada concentração da aplicação do dinheiro público (que não é o dinheiro do Conde, nem o dinheiro do Kaká) é uma afronta à finalidade estatutária da entidade.

     Imaginemos, por um delírio, que um raio de bom senso tivesse iluminado as mentes dos dirigentes da federação.

     Imaginemos que os mesmos R$ 53.300,00 - torrados nos dois torneios de convidados amigos do rei - fossem aplicados na realização de mais dez Abertos do Brasil, disseminados por todas as regiões do estado, um por semana, num autêntico festival do interior.

     Com toda a certeza, seria alcançado um público alvo de centenas e centenas de praticantes de xadrez.. E São Paulo levaria pelo menos mais dez jogadores às semifinais do Brasileiro Absoluto. A recordista Itu contribuiria, ela sozinha, com dois ou três desses semifinalistas.

     Mas as mentes desses dirigentes estão longe de delirarem, pois o que as inspiram são a preservação das benesses oriundas dos feudos federativos. Daí a contumaz concentração das verbas públicas conveniadas nos domínios feudais de Rio Preto, de Americana e de Santos.

     Numa hipotética e higiênica convocação pela atual CPI das Ongs, a inquirição revelaria a filosofia que norteia os projetos do suserano mor:

     - Sr. suserano, o senhor torrou quase 90% de 60.000 reais num festival rega-bofe de 24 convidados?

     - É verdade, respondeu o pródigo.

     - E por quê o desperdício de dinheiro público?

     - Ora, o dinheiro é público, mas o convênio é meu. Faço com ele o que bem quiser. Se eu quero investir em rodeio, no turismo cultural em Turim, passear de limousine, o problema é meu. Quem não estiver contente, que arranje seu próprio convênio e faça diferente…

     Neste ponto da encenação o pano baixa. E vai reabrir logo mais nas suseranias de Santos e de Americana.

criado por galeriadexadrez    10:53 — Arquivado em: Sem categoria

17 Comentários »

  1. Sergeta, vá lá que o dinheiro até poderia ser melhor distribuido na premiação. Contudo pelo que vejo você pensa que organizar torneios grandes como esses valendo rating fide, você só tem custos com premiação. Penso eu que existem muitos outros gastos como cachê para MI’s para cobrir gastos com viagem, hospedegem dos MI’s e GM’s estrangeiros ou residentes fora, alimentação, aluguel de espaço, aquisição de material, arbitragem, troféus, medalhas, planilhas, material de escritório, taxas FIDE, taxas CBX, claro a premiação e muitos outros. Aqui pensando em um minuto pensei nesses custo, mas talvez até existam outros, o que comprova que de matemática e estatística você sabe o mesmo que eu sei sobre o ciclo reprodutivo dos macacos da Finlânda, ou seja, niente.
    Penso que os gastos para organizar torneios assim não são tão simples quanto organizar torneios de 200 mirréis para sustentar uns MI’s hermanos que de vez em quando vem bater suas xícaras por aqui ou mesmo alguns locais que já não são mais nem a sombra do que eram no passado. Sugiro que você na sua “totalmente excelente” gestão a frente da GXBG tente realizar um torneio desses e poste aqui posições reais sustentadas em fatos e experiências reais, com argumentos concretos e não o empirismo da ciência do achismo.
    Abraço da “velinha”

    Comentário por "velinha" de Jurubatuba — @ 16:52

  2. É o óbvio ululante que o torneio fechado Grupo A, inserido no festival do interior, tem custo muitíssimo mais elevado que o Aberto do Brasil, do mesmo festival. Não é preciso ser gênio para prever despesas com cachês, hospedagem e etc. etc. O que o Blog coloca em discussão é a legitimidade de se gastar a maior parte do dinheiro público recebido para bancar esse torneio com jogadores profissionais. E com, o agravante de que os 64 jogadores participantes do Aberto do Brasil, mesmo havendo o convênio, TIVERAM QUE PAGAR para participar do torneio. Que se busque patrocínio privado para bancar eventos caríssimos com 1 dúzia de profissionais, ou que a CBX abra os cofres, pois tem muito mais bala na agulha para isso. Faça-se uma enquete com toda a comunidade enxadristica cadastrada na federação, perguntando que ao invés de 1 torneio fechado para uma dúzia de MIs, ela não preferiria DEZ torneios abertos Fide espalhados por todo o estado. No fundo, trata-se da velha opção entre ELITIZAR ou DEMOCRATIZAR a prática do xadrez. Se é para elitizar, então que a própria elite banque o seu brinquedinho de jogar xadrez. Infelizmente, a FPX até doze anos atrás não fazia nada. Agora ela faz, mas infelizmente não em prol (ops!) de quem é devido.

    Comentário por Sergio Melo — @ 18:41

  3. Sincerimante creio que as coisa estão melhores que a 12 anos atrás e também admito que poderiam ser melhores. Contudo como o xadrez é um esporte creio que seja necessário também investimento no profissionalismo, caso contrário ficaremos para sempre estagnados no que muitas pessoas consideram como um simples jogo de passa tempo. Também são necessários investimentos na massificação, para que haja mais praticantes, mais divulgação e melhores resultados em competições internacionais. Atualmente os resultados brasileiros em grandes torneios no exterior são pífios em grande parte por falta de investimento e apoio aos nossos jogadores profissionais. Perto do incentivo recebido pelos profissionais no exterior, os nossos não ganham quase nada. Por isso acredito no equilíbrio, a FPX ao mesmo tempo que realiza um fechado (que viabilizam a obtenção de normas), realiza uma Copa Ayrton Senna (que pelo contrário do que muitos pensam a fundação não dá verbas para eventos, apenas cede a marca após uma criteriosa avaliação). Muita coisa já foi feita e muito mais ainda pode ser feita e o caminho é o diálogo franco como esse, livre de picuinhas e ironias, objetivando apenas o desenvolvimento do xadrez e não desavenças pessoais, vaidades, preciosismos e etc.
    São os votos da “velinha” caro Sergeta!

    Comentário por "velinha" de Jurubatuba — @ 19:06

  4. O Sérgio tem razão nesse tópico. É certo que os valores que “movimentam” o xadrez são irrisórios (só para observar, a arrecadação média de uma partida do atual Campeonato Paulista de Futebol é de R$106.000), mas os parcos recursos poderiam ser melhor empregados sim. Se, por exemplo, as verbas turísticas da CBX revertessem para a prática do xadrez em sua base, ao invés de financiar jogadores supostamente de elite a jogar torneios no exterior, com resultados pífios, já seria um progresso. Além disso, cabe a pergunta: se o caixa da CBX está assim tão abarrotado, porque não reduzem o valor da anuidade dos jogadores?

    Comentário por Acácio — @ 19:31

  5. Nessa conta que o Sérgio Melo fez, não está incluída a verba que entrou da Prefeitura de Rio Preto. Então não foram $53.000,00, foram bem mais que sobraram, e fora as inscrições dos tolinhos. Claro que naqueles pacotes com hotel para participar do Aberto do Brasil já estavam incluídos a hospedagem das duas dúzias de jogadores que participaram do internacional, com os mesmos MI’s hermanos que a velhaca se refere em seu comentário. E, afinal, para que serviu aquele torneio B, para dar rating ao argentino, único que nao tinha?
    É claro que essa velhaca está lá apenas para faturar com esses convênios que ela consegue com suas conexões políticas tão podres quanto ela. A maior parte da grana vai é pro saiote fedorento dela. Afinal, outras entidades e até particulares fazem torneios para norma de MI e nao gastam tanto. A Hebraica vai fazer um assim nessa semana, vão gastar tanto? Duvido! Conversa mole dessa velhaca, que fatura com a Copa Ayrton Sena também, se não faturasse não fazia, essa velhaca não tira o bundão de sua poltrona em Jurubatuba, bairro de Americana, se não for pra faturar…vá as favas, velhaca ladra. Vem aí o Festival da Ladroeira Santista, com mais uma espetacular etapa do 21 com 1.000,00 e um empatativo internacional com los mesmos hermanos de siempre. É só aguardar…
    Ah, e ela continua querendo comparar federação que levanta dezenas de milhares de reais de forma escusa com clube de bairro que só recebe mensalidades de forma honesta. Vai comparar a Federação, velhaca ladra, com federações de outros estados, que sem estardalhaço e foguetório, fazem torneios bem mais interessantes que os de São Paulo, e sem convênios milionários. Ladra!

    Comentário por atafajuta — @ 23:21

  6. A “velinha” diz: “Creio que seja necessário também investimento no profissionalismo, caso contrário ficaremos para sempre estagnados no que muitas pessoas consideram como um simples jogo de passa tempo”.
    Isto é colocar o carro na frente dos bois. Pois, primeiro se deve massificar, que é justamente multiplicar por mil o número de pessoas que jogam o xadrez como passa tempo. Esta é a colaboração de clubes e entidades, como a Borba Gato, o Circuito Vale-paraibano, a Liga Campineira, etc. etc., e que deveria ser a obrigação da FPX. Somente após conseguida uma verdadeira massificação (o que não é fácil por falta de mídia, pela cultura do futebol), é que se pode pensar em incentivo ao profissionalismo. Este “profissionalismo” que a Velinha fala, não existe no Brasil. Temos alguns pouquíssimos que conseguem viver de dar aulas de xadrez, e para estes os prêmios de torneios são apenas um “bico” em seus rendimentos. E esses pouquíssimos jogadores que busquem patrocinio privado para financiar seus anseios de normas e de título, como ocorrerá, por exemplo, logo mais na Hebraica. Não é essa a função de uma federação. Ela poderia agir assim ocasionalmente, mas não como padrão de conduta como ocorre. Veja-se a imensa quantidade de praticantes de xadrez em todo o estado sem pontuação no ranking FPX! Isto é consequência direta do “pensar grande” de seus dirigentes.
    A FPX teria importância vital no desenvolvimento do xadrez brasileiro se usasse sua grande capacidade de angariar convênios oficiais para justamente tornar rotineiro aquilo que a Velinha chama xadrez de passa tempo.
    Mas quanto a isso, não nutro esperanças.

    Comentário por Sergio Melo — @ 1:02

  7. Eu tambem nao nutro, Sérgio Melo… Porque o gostoso para eles de estar lá é conseguir esses convênios na surdina (porque nunca divulgaram seus valores? porque estes tem que ser descobertos nos diários oficiais, como agulhas em palheiros? ) fazer uns torneinhos e lavar o dinheiro com as despesas enormes do internacional. Aí é árbitro superfaturado, é “material de escritório” superfaturado, cachê de los hermanos superfaturado, tudo superfaturado, cache do OI…(opressor insuportável), hotel (quando é em Americana então…). Na hora de prestar contas, bate que é uma beleza!
    Você citou a falta de mídia. Como faz falta uma mídia… Imagine se a grande imprensa resolvesse cobrir o xadrez paulista…iam ver convênio de $60 mil entrando e $7 mil sendo distribuido, e com cobrança de inscrição…ia dar cada manchete!…nao sei se na página esportiva ou na policial…

    Comentário por atafajuta — @ 17:56

  8. Sergeta massificar como eu disse é importante, mas acredito não ser correto abandonar nesse meio período nosso profissionais. Eles tanto os GM’s quanto MI’s precisam sim ter condições para disputar bons torneios não só no exterior mas também aqui. O futebol que você tanto cita só é o que é, por causa do profissionalismo, que atrai mídia, que atrai investimento. Todos esportes precisam de profissionais, de ícones, nos quais até mesmo as crianças possam se espelhar. Quem nunca viu um garoto tentando imitar as pedaladas do Robinho, não seria bom também ver crianças “imitando” lances de vescovi, meckinho, leitão, fier, milos e cia. O caminho dos extremos é perigoso, por isso acredito no equilíbrio, não podemos cobrir um lado e descobrir o outro!!! Quanto ao nosso amigo que reclama da taxa CBX, todo esporte tem seu custo e com o xadrez não sria diferente.

    Comentário por "Velinha" de Jurubatuba — @ 16:55

  9. A velhaca adota um tom conciliador, na vã esperança de levar o Sergio Melo pro lado dela. E também para desviar do assunto do tópico, já que desvio é com ela mesma.
    O futebol seria ainda melhor, velhaca ladra, se nao tivesse larápios como você na alta cúpula, que são bem da sua laia, sua ícone da corrupção e da ladroagem.
    Mas e aí, e no festival santista, vao distribuir quanto dos 65.000 que levantaram? Serao os mesmos 7.000 ou os tolinhos podem sonhar com uns 14?

    Comentário por atafajuta — @ 17:36

  10. A polêmica elitizar vs. massificar é infinda, pois há visões e interesses de ambos os lados. Vou continuar argumentando pela segunda hipótese. Mas já que a Velinha defende a opção da FPX pelo respaldo aos profissionais, que tal ela possa influenciar o editor da pagina on-line da federação a fazer menção com destaque ao torneio de norma da GM que vai ocorrer na Hebraica? Com suas centenas de acessos diários, muito contribuiria para que crianças tenham acesso aos tais lances “robinianos” dos participantes. Ou será que fora do ambiente federativo, o xadrez profissional não vale consideração?

    Comentário por Sergio Melo — @ 23:39

  11. Não reclamo da existência da taxa da CBX. É óbvio que todo esporte tem o seu custo e com o xadrez não poderia ser diferente. Nem reclamo da “anuidade” que na prática não existe, uma vez que a taxa é válida para o ano civil (será que os programadores do ótimo sistema de cobrança implantado não conseguiriam corrigir isso?). O problema, no meu ponto de vista, é a aplicação dos recursos arrecadados. Antigamente ainda publicavam os balancetes, mas agora parece que perderam o pudor. Mas basta olhar nos “Comunicados” da página oficial da CBX para ver as “delegações” enviadas aos quatro cantos, com jogadores e dirigentes, numa verdadeira caravana da alegria. E nunca são apresentados os resultados conquistados. E nem as relações de despesas. E nem a razão do envio dos dirigentes que acompanham os jogadores. O que vão fazer no exterior?
    A pergunta é: esses pacotes turísticos realmente contribuem para o desenvolvimento do xadrez no Brasil, que deveria ser o motor da ação das organizações oficiais, como as Federações e a Confederação? Fora isso, o que efetivamente tem sido feito pela CBX com o dinheiro arrecadado através dessas anuidades? Já que não existe o retorno prático, porque não aliviar o bolso da patuléia, diminuindo o valor da anuidade, que na prática, vale por seis meses? Seria uma forma de, ao retirar o bode da sala, fazer alguma coisa em prol do xadrez brasileiro.

    Comentário por Acácio — @ 8:36

  12. Taí Acácio! Eis um bom tema pra velhaca defender em sua futura tentativa, que desejamos ardentemente seja infrutifera, de concorrer à presidência da CBX…
    Mas grana pra isso no saiote ela vai ter, nao tenhamos dúvidas…

    Comentário por atafajuta — @ 12:12

  13. Santo Pai, em todo esporte que tenha uma delegação em torneio internacional, por mais pequena que seja esta, precisa de um dirigente que a represente perante a organização. Nos Jogos Abertos do Interior toda delegação não tem seu representante(??), nos torneios internacionais é a mesma coisa só que com custos mais elevados. Está certo também acho que a CBX poderia fazer mais pelo xadrez, mas só de desfazer as burradas da gestão anterior eu já me dou por satisfeita. Sergeta nem precisei falar nada e o torneio da Hebraica foi para o site da FPX, ou melhor na realidade ele já estava lá a pedido do menino Krikor, conforme nota. Quanto a sugestão de concorrer a CBX, achei genial, vou comecçar a montar minha chapa, vejamos, vou convidar, Sergeta (Vice Presidente), Duduzão (Diretor Técnico), Tontoslaw Xingolovisk Criancinovis (Diretor de Xadrez Escolar…hehe), Ideu Yamaha (Diretor do Departamento Geriatríco), Dercy Lama (Diretor do mal administrativo), IML Carlos Golpeando Pilantrines (Departamento de Arrecadação de Verbas), IML A. Seganhava (Relações Públicas e Censuradas), , J. Adeus (tesoureiro)…vou pensar em mais alguns nomes para o bando, quer dizer chapa.
    Abraços da “Velinha”

    Comentário por "velinha" de Jurubatuba — @ 19:18

  14. Mais uma vez a velhaca de Jurubatuba, bairro de Americana, desvia (sua atividade predileta) dos temas do blog. Desta vez formando uma “chapa” que, sob sua presidência, reúne alguns nomes que ela julga piores que o dela mesma, fosse isso possível, já que é a maior vigarista que o xadrez brasileiro e quiçá mundial conheceu.
    A propósito, velhaca dos desvios financeiros e literários, após os comentários do Ivan no blog do menino Krikor, não vai arrumar um carguinho e um apelidinho pra ele na tua chapa? Aliás, como não tem nenhum marionete nessa chapa, pode trazer aquele de Santos que já estará experiente, após quatro anos. E traga também teus outros comparsas, senão quem é que vai dar risada na hora que contar tuas piadinhas tão infames quanto teus métodos administrativos?
    Ah, e fala pros teus ídolos botarem um link pro blog do menino Krikor, é tão bem escrito, com comentários tão pertinentes que merece estar na página. Seria uma lagoa de inteligência numa floresta de prepotência, mentiras e corrupção…
    E comenta dos $53.000,00 que sumiram no próximo post, comenta vai…

    Comentário por atafajuta — @ 9:57

  15. Um esclarecimento de origem, embora possa não parecer tão esclarecedor, retirado do “Google”:
    Em tupi-guarani, Jurubatuba significa “lugar feliz”. Cenários de muitos acontecimentos da História do Brasil, a área foi sesmaria de Brás Cubas, o fundador de Santos. Pelo rio já se deslocaram embarcações com índios, colonos, além de inúmeras “chatas” de bananas. Por ter um dos mananciais mais puros da região, o Rio Jurubatuba, oferece importante captação de água. Seu vale apresenta rica vegetação, que abriga exemplares da fauna nativa, como tatus, cotias, preguiças, lagartos e aves de solo como o macucos, nhambus e urus. Há também grande número de sabiás, periquitos, maritacas, tucanos, tiés, saíras e outros.
    Destaque para a fauna…

    Comentário por Acácio — @ 10:39

  16. Ah, tem periquitos lá? Ah, então é por isso, Acácio, qua a velhaca escolheu esse bairro de Americana pra se instalar…ela adora periquitos!
    Mas convém não desviarmos do tema do blog, que é a enorme diferença entre os $60.000,00 levantados para o Festival do Interior e os $7.000,00 distribuídos, e com cobrança de inscrição, senão faremos o jogo da velhaca…

    Comentário por atafajuta — @ 11:46

  17. “Elitizar” quer dizer “distribuir as verbas roubadas entre poucos”, “massificar” quer dizer “organizar a prática do xadrez”. Até quando os enxadristas vão aguentar esses escrotos nas administrações da CBX, FPX, CXSP, etc.? Em vez de trabalhar pelo xadrez tiram sarro dos tolos que contribuem para a roubalheira, e todo mundo acha graça e dá a outra face para apanhar mais…. Um dia eles vão cair, como todos os outros ditadores imbecis, fodam-se velinha, Gordo, Eminência Parda, Testa-de-Ferro (alía Fantoche, aliás Dublê de Presidente), Covarde, Vaca Gorda…..

    Comentário por Expert — @ 15:45

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